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Habilitando Auto-Reply/Autoresponse no Postfix – Debian “Lenny”

O contador da empresa vai sair de férias.
Sim, mas e daí?

Pois bem, foi cogitado pelo meu coordenador se seria possível configurar uma resposta automática para o cara informando o seu período de férias a cada Email que chegasse. Pensei: “Deve precisar de banco de dados, plugins e um monte de parafernália para colocar isso para funcionar”. Então, resolvi pesquisar e o negócio é bem mais simples do que eu esperava.

Primeiro, que pesquisando sobre um dos mais famosos, o “Vacation” encontrei bastante coisa, porém ele usa o procmail e em minha configuração eu utilizo o maildrop. Até achei alguns documentos sobre como usá-lo com maildrop, mas o negócio não seria automatizado e ficou um pouco gambiarra. Resolvi então pesquisar mais e foi quando achei o tal do “autoresponse”. Show!

Ele interage diretamente com o Postfix e não é necessário qualquer configuração adicional para fazer funcionar, somente é necessário um requisito:

* Ter autenticação SASL funcionando.

Começando e sempre lembrando, o procedimento foi testado no Debian “Lenny”, mas provavelmente funcionará nas demais distribuições.

Faça o download da aplicação e descompacte em /usr/src
http://www.nefaria.com/scriptz/autoresponse-1.6.3.tar.gz

tar -xzvf autoresponse-1.6.3.tar.gz

Crie um usuário, o diretório padrão de operação e posteriormente configure as permissões do diretório do autoresponse conforme abaixo:

useradd -d /var/spool/autoresponse -s /bin/false autoresponse

mkdir -p /var/spool/autoresponse/log /var/spool/autoresponse/responses

cp /usr/src/autoresponse/autoresponse /usr/local/sbin/

chown -R autoresponse.autoresponse /var/spool/autoresponse

chmod -R 0770 /var/spool/autoresponse

Criado o diretório, é necessário informar ao Postfix os passos a serem seguidos.
Abra o arquivo master.cf e adicione abaixa da linha:

smtp inet n – n – – smtpd

-o content_filter=autoresponder:dummy

Ou seja, a configuração acima ficará da seguinte forma:

smtp inet n – n – – smtpd
-o content_filter=autoresponder:dummy

Adicione em seguida as seguintes linhas em # Other external delivery methods

autoresponder unix – n n – - pipe
flags=Fq user=autoresponse argv=/usr/local/sbin/autoresponse -s ${sender} -r ${recipient} -S ${sasl_username} -C ${client_address}

Salve o arquivo master.cf e saia do editor.

Abra agora o arquivo main.cf e adicione a seguinte linha:

autoresponder_destination_recipient_limit = 1

Saia e salve.
Em seguida, reinicie o postfix. /etc/init.d/postfix restart
A configuração esta pronta no sistema, veja abaixo como ativar uma auto resposta.

Ativando via Email

Envie um email para login+autoresponse@seudominio.com.br
Formate-o como quiser, inclusive e muito importa setar um assunto (subject). Por questões de segurança, é necessário que o email seja enviado do seu próprio email e autenticado via SASL.

Pronto, sua autoresposta esta configurada. Envie um Email de outro domínio ou de outra conta para seu endereço para testar.
Para desativar a autoresposta, basta enviar um Email em branco da mesma forma, incluindo o subject.

Comandos via Shell/Console

- Para desabilitar a autoresposta:

autoresponse -d usuario@seudominio.com.br

- Para habilitar a autoresposta:

autoresponse -E usuario@seudominio.com.br

- Para deletar a autoresposta:

autoresponse -D usuario@seudominio.com.br

É isso, aqui no nosso ambiente tem funcionado perfeitamente.
Sugiro que vocês criem uma seção no site de vocês, junto as configurações de POP3/IMAP/SMTP uma seção explicando o funcionamento do recurso.

[]‘s!

Habilitando checagem de SPF no Postfix – Debian “Lenny”

O SPF (Sender Police Framework) é uma tecnologia que informa a outros servidores de email quais endereços IP estão autorizados a enviar mensagens com seu domínio, evitando assim que outros servidores praticantes de SPAM, possam forjar e-mails em seu nome.

Não tratarei aqui em como publicar um registro SPF no DNS, mas posso pensar nisso para um próximo post.
Para saberem mais sobre o SPF, sigam em: http://www.antispam.br/admin/spf/

Partindo do pressuposto que seu Postfix esteja já em funcionamento, instale o aplicativo.

apt-get install postfix-policyd-spf-perl

Abra o arquivo main.cf

vim /etc/postfix/main.cf

Adicione em smtpd_recipient_restrictions

check_policy_service unix:private/policy

Insira a linha acima antes de regra de reject_unauth_destination, ou você poderá ter um open relay.
Em seguida, abra o arquivo:

vim /etc/postfix/master.cf

Adicione o seguinte conteúdo ao arquivo:

# spf check
policy unix – n n – – spawn
user=nobody argv=/usr/bin/perl /usr/sbin/postfix-policyd-spf-perl

Agora é só reinicializar o postfix.
# /etc/init.d/postfix restart

:)

Abraços!

Instalando o Dell Open Manage no Debian “Lenny”

Quem trabalha com servidores Dell já reparou que o Open Manage Server Administrator somente está disponível para os ambientes homologados pela Dell, no caso, o Microsoft Windows Server, o Novell SUSE Enterprise Linux e o Red Hat Enterprise Linux.

Pois bem, mas eu trabalho com Debian, como eu faço? É possível?
Sim, perfeitamente possível. Abaixo, você poderá ver alguns passos simples para poder colocá-lo funcionando em seu servidor.

Suponho que você já esteja com seu Debian 5 “Lenny” instalado e funcionando.
A versão que iremos instalar aqui é a 6.0.1, compatível com o Debian 5, de acordo com estes repositórios.

ftp://ftp.sara.nl/pub/sara-omsa/dists/dell6/sara/binary-i386/
ftp://ftp.sara.nl/pub/sara-omsa/dists/dell6/sara/binary-amd64/

1) Configurando o apt-get
Para não termos problemas com os hash’s do arquivos, baixe as chaves.

wget http://ftp.sara.nl/debian_sara.asc
apt-key add debian_sara.asc

Em seguida, adicione as linhas em /etc/apt/sources.list

deb ftp://ftp.sara.nl/pub/sara-omsa dell6 sara

Agora, faça um update do repositório e instale o pacote Dell OMSA.

apt-get update
apt-get install dellomsa

Pois bem, agora vem o único detalhe para colocá-lo funcionando e antes disso, sugiro reiniciar o seu servidor antes de continuar, no meu caso, fez diferença.

2) Se você utiliza o Lenny em compilação 32bits, não tem mistério, basta pular para a parte “3″ e iniciar os serviços.

Caso você utiliza a compilação 64bits, como foi o meu caso, é necessário fazer um pequeno ajuste na distribuição, pois o sistema da Dell utiliza algumas bibliotecas de 32bits que não ficam disponíveis na versão 64bits.
Será necessário fazer o download manualmente destas bibliotecas e copiá-la para os diretórios específicos.
Segue:

libpam-modules
libsepol1
libselinux1

Lembrando que os links acima, são da versão 32bits “stable” do Lenny. Se você usar qualquer outra versão, se atente a isso.
Faça o download dos arquivos acima dentro do diretório /tmp

Após o download, é necessário EXTRAIR o conteúdo dos pacotes. (Importante: Não instale os pacotes ou você poderá danificar sua instalação do Debian.)
Utilize os comandos abaixo:

dpkg -x libpam-modules_1.0.1-5+lenny1_i386.deb /tmp
dpkg -x libselinux1_2.0.65-5_i386.deb /tmp
dpkg -x libsepol1_2.0.30-2_i386.deb /tmp

Feito isso, copie os seguintes arquivos para /lib32/security
(Se não houver o diretório, crie-o)

cp -R libsepol.so.1 /lib32/security
cp -R libselinux.so.1 /lib32/security
cp -R pam_unix.so /lib32/security
cp -R pam_nologin.so /lib32/security

Pronto, esta quase.
Agora, abra o arquivo /etc/pam.d/omauth e veja se o conteúdo esta conforme abaixo:

auth required /lib32/security/pam_unix.so nullok
auth required /lib32/security/pam_nologin.so
account required /lib32/security/pam_unix.so nullok

Se estiver tudo ok, saia do arquivo e faça o comando ldconfig

3) Iniciando os serviços:

modprobe mptctl (Módulo para SAS/5i Storage Controller)

/etc/init.d/instsvcdrv restart
/etc/init.d/dsm_om_connsvc restart
/etc/init.d/dsm_om_shrsvc restart
/etc/init.d/dsm_sa_ipmi

Se tudo ocorreu corretamente na sua instalação do Open Manage, acesse da seguinte forma:
https://SEU_IP:1311/

Pronto, acesse com o usuário root e a devida senha e veja as configurações do seu servidor.
[]‘s!

Image courtesy of eiras | rodrigoeiras.eti.br

PHP5 e MS SQL Server – Configurando Acesso via ODBC no Debian 5 – “Lenny”

A partir da nova versão do Debian, já é possível configurar o acesso ao MS SQL Server sem a necessidade de compilar pacotes do PHP para tal, basta usar o “FreeTDS” que já está disponível no próprio repositório apt.

Para começar, vamos instalar o FreeTDS e esteja ciente de fazer todos os comandos como root:

apt-get install tdsodbc unixodbc php5-odbc freetds-dev php5-sybase

Instalado os pacotes, vamos criar o arquivo de template DSN:

vim /etc/freetds/tds.driver.template

Adicione o seguinte conteúdo ao arquivo:

[TDS]
Description = FreeTDS MSSQL Driver for Linux Debian 5 – “Lenny”
Driver = /usr/lib/odbc/libtdsodbc.so
Setup = /usr/lib/odbc/libtdsS.so

Feito o passo acima, vamos registrar o ODBC no sistema.

odbcinst -i -d -f /etc/freetds/tds.driver.template

Agora, vamos registrar a base que será acessada pelo ODBC.
Lembrando que, cada base necessita de um ODBC diferente, então, se você possuir mais de uma, siga repetindo os comandos.
Crie o arquivo:

vim /etc/freetds/tds.dsn.template

Com o seguinte conteúdo:

[DSN]
Description     = Teste de ODBC – FreeTDS
Driver          = TDS
Trace           = No
Database        = EIRAS
Server          = 192.168.100.50
Port            = 1433
Lembre de mudar o nome “DSN” acima. Esse nome será usado na aplicação para identificar o ODBC. Geralmente, ele possui o mesmo nome da base de dados. (database)
Ok, os arquivo estão prontos.
Vamos registrar os ODB’s e DSN’s no Linux:
odbcinst -i -d -f /etc/freetds/tds.driver.template
odbcinst -i -s -f /etc/freetds/tds.dsn.template
Os ODBC’s são registrados para os usuários que os criam (no nosso caso, o root), mas no caso, iremos deixar o registro para uso do sistema, pois será usado pelo apache. Então, iremos copiar o conteúdo para o arquivo de acesso global.
cat /root/.odbc.ini >> /etc/odbc.ini
A partir de agora, iremos fazer o apache reconhecer o ODBC que foi criado. Abra o arquivo abaixo e adicione a linha:
vim  /etc/php5/apache2/php.ini
  • extension = odbc.so
Reinicie o Apache:
/etc/init.d/apache2 restart
Pronto, a partir de agora seu ODBC deverá funcionar via PHP. Para testar o acesso via console, faça o comando:
isql -v DSN sa senha
[]‘s!

Postfix – Aplicando Patch “VDA”

Bem, chegou a hora de atualizar nosso servidor de e-mail.

Na verdade estamos mudando toda a topologia, mas isso fica para um próximo post. O fato é que como usamos OpenLDAP aqui na instituição, a quota de e-mail também é informada nos diretórios dele. Para isso ser possível no postfix, é necessário aplicar um patch chamado VDA. (http://vda.sourceforge.net/)

Meu cenário, Linux, é o Debian Lenny e os downloads estão sendo feitos em /usr/src

Recomendo o utilizar o fonte diretamente do Debian:

apt-get source postfix

Ao término, ele estará depositado em /usr/src

No Debian 5 – Lenny, o Postfix é o de versão 2.5.5, por isso, vamos baixar o patch relacionado a esta  versão:

wget http://vda.sourceforge.net/VDA/postfix-2.5.5-vda-ng.patch.gz

Se sua arquitetura é x64, baixe também o patch abaixo:

wget http://vda.sourceforge.net/VDA/postfix-2.5.5-vda-ng-64bit.patch.gz

Entre no diretório onde esta o “source” do postfix e aplique o patch vda, e em seguida se for o seu caso, aplique o patch x64:

cd /usr/src/postfix-2.5.5

patch -p1 < /usr/src/postfix-2.5.5-vda-ng.patch.gz

(Opcional x64): patch -p1 < /usr/src/postfix-2.5.5-vda-ng-64bit.patch.gz

Os patchs estão instalados.

Basta agora criar um pacote de instalação .deb

P.S.: Primeiro, é  necessário resolver essas dependências para a criação do pacote:

apt-get install build-essential
apt-get install debhelper po-debconf lsb-release libdb-dev libldap2-dev libpcre3-dev libmysqlclient15-dev libmysqlclient14-dev libssl-dev libsasl2-dev libpq-dev libcdb-dev tinycdb hardening-wrapperapt-get install debhelper po-debconf lsb-release libdb-dev libldap2-dev libpcre3-dev libmysqlclient15-dev libmysqlclient14-dev libssl-dev libsasl2-dev libpq-dev libcdb-dev tinycdb hardening-wrapper
Agora sim podemos criar o pacote e em seguida instalar:
cd /usr/src/postfix-2.5.5
dpkg-buildpackage
O comando de instalação é dpkg -i nomedopacote e os mesmos se encontram em /usr/src
[]‘s!

Open-iSCSI – Configurando o “Initiator” no Debian 5 – Lenny

Segue um HOW-TO de um assunto interessante e não muito veículado.

Ativação de uma Storage iSCSI no Linux.

http://www.rodrigoeiras.eti.br/howto/open-iscsi-configurando-o-initiator-no-debian-5-lenny/

Espero que ajude.

[]‘s!

Como deixar o editor VIM colorido (Highlighting)

Várias pessoas me perguntam sobre isso e não tem mistério.

Se procuram sobre esse assunto, é simples e rápido.

Sigam no link: http://www.rodrigoeiras.eti.br/howto/como-deixar-o-editor-vim-colorido/

[]‘s!

Mediawiki

Enfim, consegui terminar o meu servidor de documentações utilizando o Mediawiki. Quem tiver mais interesse sobre o software, pode acessar mediawiki.org ou basicamente a tão conhecida wikipedia. A próxima empreitada agora é o Nagios 3 com o Nagvis. :)

Debian 5.0 – Codinome “Lenny”

Pois é pessoal!

Saiu o Debian Lenny. Tão aguardada distribuição que saiu em tempo recorde em relação a outros releases. Espero que tenham corrigido alguns bug’s que existiam na versão etch, como o crontab por ex., era complicado de se usar. Estou nesse momento fazendo o download e durante a próxima semana vou fazer alguns testes e me preparar para atualizar os meus servidores.

www.debian.org

Abraços! ;)

VMware Server e o Debian 4.0

VMware é um sistema de virtualização de servidores. Virtualização? Sim, você instala um sistema operacional normalmente em sua máquina (um linux né :D ) e de dentro desta instalação você consegue criar (virtualizar) outros sistemas operacionais distintos. É o que chamos de “Máquinas Virtuais”. O melhor de tudo, a mantenedora do VMware disponibilizou recentemente uma versão gratuita do seu programa, ou seja, um VMware server de graça!

Confesso que quando escutei falar disso um tempo atrás, não levei fé. Pensava que deveria ser muito instável e não valeria a pena. Pois bem, quebrei a cara. :)

Esses dias instalei um Debian 4 no meu trabalho. E, dentro dos planos, Eu deveria mudar dois sistemas já existentes para um máquina só, uma máquina melhor. O problema é que as duas máquinas, realizam aplicações semelhantes ao ponto de ter que haver alguns serviços exclusivos, que impossibilita a utilização de uma máquina somente para os dois serviços.

Pensando por esse lado, resolvi experimentar o tal do VMware. Instalei o Debian 4.0 e logo após comecei a configurar o VMware Server. Um programa muito bem organizado, com instalador excelente que adequa todos os arquivos do programa em seus devidos diretórios e ainda cria um arquivo de inicialização junto ao sistema, coisa que é raro hoje em dia em sistema Linux (Geralmente você tem que criar o script e dar permissões).

Bom, antes de falar mais, só uma observação: o VMware exige muita memória e espaço em disco. Então, queira ter isso de sobra. Usei uma máquina com 2 GB de memória RAM e 160 GB de HD, dedicado somente as Máquinas Virtuais.

Bom, por início, o VMware apresenta alguns requisitos para instalação: É necessário o Kernel-Source, o Kernel-Headers e os Dev-Builds para a criação dos módulos das Máquinas Virtuais, e a única notícia ruim é essa. Pois, no meu caso, tive que fazer uma compilação do Kernel. (Essa compilação é para uso somente do VMware, não é usado para nenhum sistema real)

É necessário também (embora, acho que não é obrigatório) a instalação de um ambiente gráfico no Linux para o uso do VMware Server Console. Utilizo o KDE, então segue os comandos abaixo para a instalação do mesmo:

  • apt-get install x-window-system-core
  • apt-get install kdm
  • apt-get install kde
  • apt-get install kde-i18n-ptbr

Segue os comandos para a instalação dos pacotes necessários no Debian:

  • apt-get install linux-source-2.6.18
  • apt-get install kernel-package
  • apt-get install build-essential

Pronto, instalados os pacotes, agora vamos prepará-los:

  • cd /usr/src
  • tar -xjvf linux-source-2.6.18.tar.bz2
  • ln -s linux-source-2.6.18 linux

Nos comandos acima, será descompactado o fonte do kernel e criado um link simbólico para /usr/src/linux

De posse disso, vamos agora compilar o kernel. Como somente precisamos do Kernel compilado para uso com o VMware, vamos copiar as configuração atuais, para não ter que entrar no menuconfig.

  • cp /boot/config-2.6.18-4-686 /usr/src/linux/.config

Atenção, o comando acima é para quem estiver usando máquina com processador Intel. Se você usa alguma máquina AMD, o nome do config do kernel geralmente é config-2.6.18-4-k7 (atenção a isso)

Segue os comando de compilação:

  • cd /usr/src/linux
  • make-kpkg –append-to-version “-4-686″ –initrd –us –uc kernel_image

Atenção ao comando acima. Ele irá compilar o Kernel 2.6.18 e irá adicionar a string -4-686 ao nome da imagem. ISSO É VITAL, ou o VMware irá recusar sua compilação. O comando irá gerar os headers e uma imagem comprimida do seu kernel. Se você usa processador AMD, altera o version para “-4-k7″, na verdade altere para a mesma forma que esta sua imagem do sistema. O meu Kernel é o kernel-image-2.6.18-4-686, logo por isso adicionei “-4-686″. Para conferir a versão do seu Kernel, entre no diretório /boot com o comando “ls” e veja a sequencia do arquivo vmlinuz. (vmlinuz-2.6.18-4-686), note “2.6.18-4-686″.

A compilação irá demorar um pouco. :)

Terminado isso, vamos a instalação do VMware. É bem simples, e se você seguiu os comandos acima, basta ir seguindo as instruções na tela e confirmando. Para baixar o VMware é necessário entrar no site e fazer um registro para receber o serial number. http://www.vmware.com

Procure em download por VMware Server (OpenSource)

Faça o download e descompacte o arquivo.

  • tar -xzvf vmware-xxxx-.tar.gz

Entre no diretorio:

  • cd vmware-server-distrib

Execute o script de instalação:

  • ./vmware-install.pl

Basta seguir os passos da instalação.

[]‘s

Rodrigo Eiras

 
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